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segunda-feira, 1 de abril de 2013

O AMOR CURA


A Bíblia não é qualquer coisa, ela é a Palavra de Deus. E ela diz que Deus é amor, em Jesus, há amor, há misericórdia, vida! Jesus não mudou! Deus é amor. E ao caminhar com Ele absorvemos também dessa característica, compadecendo-nos das pessoas, assim como Jesus se compadece, cura, liberta, restaura.

Um homem leproso aproximou-se de Jesus, a Bíblia não menciona o nome dele, a idade, cor de pele, o grau de instrução, se era rico ou pobre, para os homens essas coisas são importantes, mas para Deus, irrelevantes. Esse homem aproximou-se do Senhor (Veja Mc 1.40-45). Normalmente, o leproso não chegava perto de ninguém, isso por que, quando a moléstia se manifestava, a pessoa ficava enclausurada, pois era algo vergonhoso. Ele não se aproximava, porque, sempre que tentava era rejeitado, não apenas por sua aparência marcada pelas consequências da doença, mas por que havia um estigma.

Quem sabe aquele homem tentou se aproximar dos religiosos da época, dos sacerdotes, mas foi rejeitado. Porém, quando ouviu falar de Jesus tudo passou a ser diferente. Ele foi até Cristo e disse: “Se quiseres, podes purificar-me.” Diz o texto que ele se prostrou diante de Jesus e rogou-lhe que o curasse. Aquele moço reconheceu que Jesus podia curar-lhe. Quando abrimos nosso coração diante de Deus, reconhecemos seu senhorio, vemos o Seu poder. Talvez o leproso tivesse ouvido, visto ou mesmo testemunhado os milagres de Jesus. Ele viu tantas intervenções de Jesus na vida de outras pessoas, cegos que passaram a enxergar, paralíticos andarem, mortos ressuscitarem… Sabia que Jesus podia acabar com aquela enfermidade que o assolava. Você também pode ter visto o que Jesus fez na vida de um amigo, um parente, a vida sendo transformada pelo poder do evangelho.

Pessoas que viviam numa desgraça tão grande, solidão e então, conheceram a graça do Senhor e suas vidas foram transformadas. Aquele homem fez uma declaração de fé: “Se quiseres podes purificar-me”. E a resposta do Senhor foi e ainda é: “Eu quero”. Ele quer que tenhamos vida e vida em abundância (Jo 10.10). Jesus disse ao leproso: “Eu quero, quero que você tenha perdão, que tenha paz, que fique limpo”. E no mesmo instante, não num processo longo, mas “no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra”. As pessoas que estavam por perto testificaram. No mesmo instante ele ficou limpo, o passado ficou para trás, a história se tornou apenas uma história. Onde e como estaríamos se um dia a maravilhosa graça do Senhor Jesus não tivesse alcançado o nosso coração? Somos salvos pela graça do Senhor em nossa vida.

Deus abençoe!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

QUE AMOR É ESSE?


Cristo amava todo o tipo de pessoa, ama e sempre amará

Jesus nunca fez mal algum. Ele não era homicida. Não era ladrão. Jesus jamais feriu alguém nem mesmo com palavras. Ele nunca espoliou uma pessoa. Jesus nunca errou, nunca pecou, então, por que acusá-lo, condená-lo? Somente de uma atitude poderiam acusá-lo, a de amar. Amar como ninguém jamais amou. Jesus foi e é apenas amor. O toque de Jesus era sentido por aqueles que ninguém abraçava nem beijava. Cristo amava todo o tipo de pessoa, ama e sempre amará.
“Havia um, chamado Barrabás, preso com amotinadores, os quais em um tumulto haviam cometido homicídio”. (Marcos 15.7.) Não sabemos quanto tempo Barrabás e seus dois companheiros estavam presos, apenas que eles estavam sentenciados e seriam executados no outro dia. Barrabás não sabia do que estava acontecendo e do que estava por vir. Quando Pilatos perguntou ao povo quem ele desejava que fosse solto, a resposta foi: “Barrabás”! “Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus? Eles, porém, clamavam: Crucifica-o!”.
Barrabás deveria estar desesperado, pois, para a ele, a hora de ser executado se aproximava. Porém, o inesperado aconteceu, seria um milagre? “Vamos, saia Barrabás, você está livre.” Mas quando ele olha para quem estava na cruz, talvez tenha perguntado: “Quem é ele? O escolhido? Quem é esse que morreu?”. Provavelmente, se Barrabás tivesse perguntado a uma pessoa que estava ao seu lado sobre aquele que estava ao meio, teria escutado: “Eu era leproso, ele me limpou, minha pele está como a de um bebê”. Se fosse uma mulher, Barrabás perguntaria: “Quem é ele? Quem é você?”. Essa mulher certamente estaria chorando: “Meu nome é Maria de Madalena, Eu era uma prostituta, estava possuída por sete demônios, os homens me usavam como objeto, mas um dia este homem veio e tirou todos os demônios da minha vida. Ele me amou de verdade apesar de quem eu era e o que fazia”. Admiração, constrangimento, surpresa, alguns sentimentos que podem ter atingido o coração de Barrabás, que olhava o corpo inerte de Jesus na cruz, em que o sangue gotejava. Logo, a constatação de um fato: “Este é o Messias, o que foi profetizado”.
O homem precisa ter a convicção que Deus é apaixonado por ele, que Deus ousou tomar o lugar dele na hora da execução, setecentos anos antes. “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, moído e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos (Isaías 53.5-6).
Deus abençoe!

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